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14nov

Brasil segue estagnado em ranking de proficiência na língua inglesa

O Brasil manteve um nível baixo em índice internacional de proficiência na língua inglesa e deixou a lista dos 40 primeiros colocados, apesar de um crescimento pequeno.

A listagem, feita pela instituição global Education First (EF), mostra que o país ainda patina quando o assunto é desenvolvimento no inglês.

O Brasil foi de 50,66 em 2016 para 51,92 neste ano. A pontuação é de 0 a 80, com base em exame gratuito feito on-line. O líder no índice foi a Holanda, com 71,45. Segundo a EF, mais de um milhão de participantes fizeram o exame nesta edição.

A despeito do crescimento de 1,26 ponto, o Brasil perdeu uma posição, caindo de 40º para 41º entre os 80 países participantes (veja ranking completo ao final do texto). Sete novos países entraram no ranking neste ano: África do Sul, Nigéria, Grécia, Angola, Bangladesh, Camarões e Cuba. As três primeiras estão a frente do Brasil –porém, tanto na África do Sul quanto na Nigéria, o inglês é língua oficial, apesar de existirem outros idiomas em uso.

Ainda assim, o país ficou atrás de países com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixo, como Filipinas, República Dominicana e Vietnã. As faixas de classificação por pontuação no índice são “muito alta”, “alta”, “moderada”, “baixa” e “muito baixa”. O Brasil está qualificado como baixa proficiência, faixa predominante na América Latina. A Argentina foi a melhor da região, com 56,51 –proficiência moderada.

Cruzamento de dados do Banco Mundial com o EPI (o índice de proficiência em inglês da EF) mostra que há uma relação clara entre o poder aquisitivo individual e as faixa de proficiência na língua britânica.

“Há alguns anos o inglês era um diferencial. Hoje as pessoas sabem que é obrigatório”, diz Luciano Timm, vice-presidente de relações acadêmicas da EF para a América Latina.

Veja a matéria completa no site da Folha de S. Paulo